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Intermezzo | |||||||||||||||||||||
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Eu tenho tanta coisa pra dizer... Sem tempo para escrever, as coisas vão passando, as novidades se tornam banalidades e eu sequer coloco algo aqui... Tenho algumas coisas legais e outras nem tantos... A coisa ruim é que Rita, a tia do meu ex, morreu. Quando eu soube, chorei muito. Conversei um bocado, acho que exorcizei algumas coisas e relembrei outras. O engraçado é que eu estava sonhando, durante vários dias seguidos, com todos eles, e lembrando muito. Em um certo dia, acordei e comentei com uma amiga, uma das meninas que divide a casa, na cidade onde trabalho: "Meire, tô sonhando, pensando tanto... Será que aconteceu alguma coisa?". Ela, então, me responde: "Nada, Fê. É que tu estás com saudade...". No outro dia recebo a notícia que Rita faleceu. Aff! Fiquei arrasada, porque não entendo essa ligação... Mas... A coisa boa é que tô me estressando ainda, mas estou começando a ver resultados no trabalho. Tô feliz, apesar de cansada... A outra coisa legal é que, no fim-de-semana passado, conheci uma enfermeira americana que estava na casa de Vera, amiga da minha irmã, em um intercâmbio. Pra mostrar a cidade e as coisas a ela, acabei indo a lugares onde não iria se não houvesse um bom motivo. Mas foi engraçado. Fui a um forró, em tal de Zabumba, que é o novo point daqui. Tava tocando o afamado Geraldinho Lins... Dancei um pouco forró, coisa que fazia muito que não fazia. Encontrei um amigo meu da época de colégio ainda, Sanyo... Continua bonito e mulherengo do mesmo jeito...hehehe. No outro dia fomos ao shopping e ao UK Pub, e terminamos no Boteco (claro, eu amo o Boteco...hehehe). Bem, foi um fim-de-semana diferente. E, no final de tudo, já tenho lugar pra ficar em New York City. Quer melhor? Já disse a ela que farei o roteiro de Carrie: " I love the Manolo Blahnik's shoes..."...hehehe. Hoje nem almocei... tô ainda mortinha de fome, embora já tenha comido algo... mas é trabalho, povo!!! Mas vale a pena... Tô dizendo às meninas da casa que realmente estou me descobrindo uma "flavete"... Essa é pra quem é de Surubim...hehehe. Por falar em Surubim, meninos, estou também "a pão de ló" lá... Sendo muitíssimo bem-tratada. É jantar como convidada de honra, é feijoada, aff... É tão bom - já tinha esquecido...hehehehe. E, vocês não sabem: acreditam que uma paciente minha conhece o meu mito? Parece estória, mas é verdade! Eu, anteontem, enquanto fazia um exame ginecológico, a paciente refere que as pernas doíam, porque havia tido um problema vascular tal... e pergunta: "Oh, doutora, a senhora trabalha só aqui?". No que respondo que não, coisa e tal, e pergunto quem fez a cirurgia vascular... e no fim, ela me diz: "Ah, conheço Dr. Xmlhfihgk Hkludsh, lá do hospital Ybmhkdsg... Vixe!!! Até nisso, meu povo!!! Acho que abri um sorriso instantaneamente...hehehe. Daí, eu disse que também conhecia, que ele era uma pessoa maravilhosa, etc. (vocês já podem imaginar!) e a partir daí quase esqueço da mulher e lembro só de falar dele...hehehe... Mas, vamos combinar, é ou não é, no mínimo, divertido? Recife é uma cidade grande, e nem em Recife a mulher mora, e conhece ele... ai ai ai... Bem, povo, acho que virão mais novidades. Sempre boas. Mas vamos esperar. Depois conto. Beijos a todos... Escrito por Fê Colares às 20h34 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Mazel Tov!!!! Hoje vi Gabriel pela primeira vez. Ele é lindo. Tem os olhos da mãe. A calma da mãe. O tamanho do pai. A beleza dos dois. Gabriel é o filho de Domany e Danilo. Domany eu já falei dela aqui, é a minha amiga-irmã. Aquela que foi minha companheira na hora do infortúnio. Na verdade, mais do que companheira. Companheiras eu tive algumas: Elaine, Luciana, Janine, Poli, Domany, as minhas Rs, Rachel, etc. Mas, mais do que companheira, Domany vivenciou comigo. Adoecemos praticamente na mesma época. Íamos aos mesmos profissionais de saúde. Trabalhávamos juntas. Entramos juntas na residência. Não esqueço o dia da posse, onde ela estava ao meu lado, e perguntou a mulher da secretaria de saúde: "Onde devo escolher? HC ou HBL?". Eu, intrometida, querendo livrá-la do inferno do HC, como tinha me livrado, eu disse: "Ah, escolhe o Barão!". E fiquei inventando umas desculpas bobas na frente da mulher, pra não falar mal do HC (eu fui da Federal, e sei bem o que é aquilo!), quando, na verdade, todos já sabiam da fama do hospital. É, e tô falando disso agora porque, na época, eu nem suspeitava que ela se transformaria na minha amiga-irmã. E passaríamos tantas coisas juntas: seminários, plantões, broncas, choros, risos, lanches, noivados, noivados desfeitos, depressão, síndrome do pânico, cura, casamento, gravidez, Gabriel... Em pouco mais de dois anos, eu vejo o quanto as nossas vidas mudaram. E hoje, hoje a minha amiga, que ria sempre quando estávamos mais estressadas, hoje ela é mãe. Engraçado!!! E bonito. Sei lá, não quero usar frases-feitas nem me servir do senso-comum, mas, sei lá, de repente aquela estória que dizem que é isto que faz a vida ficar bonita... de repente, isso é a verdade! E hoje, como no dia do casamento dela, fico emocionada... É como se eu tivesse superado também! É como se fosse a minha vida que tivesse seguido adiante! Deus abençoe a minha amiga e a família dela. Sabe, não quero falar sobre essa estória de planos feitos e desfeitos, e que é a vida, e blá blá blá, porque, na verdade, já falei muito disso aqui, e, mais ainda, a vida tá pouco se liando para os planos que fizemos! Va fan culo piani! O importante é ir se servindo do que podemos dispor. Aproveitá-los ao máximo. Porque, de repente, a tua irmã pode ser uma estranha pra você, e o cara que você dormia toda noite pode, subitamente, nunca mais ser visto, nem a voz que você conhecia cada fonema, esta mesma pode ir se apagando até da sua memória. Na verdade, esta é a vida! Enjoin!!! Mas o espírito do dia é de renascimento. A vida está renascendo... uma coisa aqui, esperando outra acolá... emprego novo... se não em tudo, se não de vez, se não como o querer, o esperado... mas talvez chegue lá! Talvez eu chegue na Pasárgada de Manuel Bandeira. Mas, certamente chegarei a algum lugar. Mazel Tov! P.S. À propósito, Gabriel não é judeu... mas eu gosto da sonoridade e da força com que esta expressão é dita... e como ela vem a calhar... Beijos a todos - se é que alguém ainda me lê...hehehe... Escrito por Fê Colares às 20h31 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] "Give me reason, but don't give choice..." Nas últimas vezes que venho blogando tenho tido um tom cansativo, depressivo, pessimista, chato - em resumo. Mas hoje quero fazer diferente. Não é que tenha ocorrido qualquer coisa espetacular não, mas é que quero colocar em prática aquela velha máxima "tudo depende de como vemos as coisas". Pois bem!!! Nesses dias, de ontem pra cá, quando venho querendo retornar ao pensamento "down", agradeço as coisas boas a Deus e tento visualizar as coisas boas que virão. Mesmo hoje, que trabalhei feito louca, saí às 17.30 h e passei a maior parte da minha noite fazendo a burocracia, e não estudei nada, em absoluto, mesmo assim quero manter o bom-humor. Ah, e sem contar que justo hoje comecei a dieta. Ou seja, ainda por cima estou com fome. Mas... estou me vendo magra e linda, e uma boa enfermeira - que é muito importante (se não por amor, que seja pelo nome que se tem a preservar - é por isto que quero ser cada dia melhor profissional). Desde que comecei a trabalhar aqui emagreci três quilos. Estou tão feliz! Acho que por isso tive estímulo para dieta. E vou voltar a malhar. Só preciso arrumar tempo, pois além de sair tarde, tenho de estudar. Meninos, todos os concursos estão aí... Vou fazer todos, daqui por diante - claro que "todos que valham a pena" - nada de prefeiturazinha isso ou aquilo... Bem , mas como eu tava dizendo, tô estimulada a voltar a ser magra. Se Deus quiser, vou voltar aquele corpo que eu tinha - e nem faz tanto tempo assim! Nem que dure um ano, mas voltarei... Por mim! No fim-de-semana ainda estou indo ao hospital. É tão bom! Mesmo chegando lá cansada, às vezes desestimulada, mas me serve para aprender mais e não esquecer o que aprendi. E também vejo as meninas. Sinto falta delas. Essa semana falei com Domany, e disse que ela nem invente de parir e não me avisar. Entrou em trabalho de parto, liga pra mim. Amo a minha amiga-irmã. Aqui na casa tá bem legal. Tem umas meninas legais, que conheci agora, fora Meire, Gilvanete e Silda, que eu já conhecia antes - e são os meus "anjos da guarda". É tão bom se sentir querida! Voltei a trabalhar com seu Toró, e ele continua a mesma paciência de sempre. Às vezes tenho vergonha porque faço ele esperar demais, mas ele, como sempre, nunca se aborrece. Meu outro "anjo da guarda"... Possivelmente eu ainda continuo chata, porque agora só falo de trabalho, trabalho, concurso, trabalho, trabalho, e mais trabalho. Mas é que isso tem sido meu universo. Não tenho tido tempo de ir a cinema, de ler outra coisa que não seja da área, nada! Mas não quero me tornar aquilo que mais critico. Entretanto, vou tentar, como já bloguei antes, ser um pouco "cotidiana e tributável". De repente, tenho visto que os cotidianos e os tributáveis se dão "melhor" na vida. Não quero pensar muito, porque se penso, posso repensar mesmo, e sei que o melhor caminho, ao menos por enquanto, é este. Quero trabalhar, trabalhar, arrumar plantões, mil plantões, todos os plantões possíveis, trabalhar muito - por um ano, dois... e depois me organizar. Ficar só em um emprego, e um que eu goste muito - seria utopia? Mas, Deus é quem sabe do futuro. Eu, mais do que ninguém, sei muito disto. Mas também não quero pensar muito. Quero agir. Quero agir muito e nem ter tempo muito de pensar. Se penso, posso ver que não me conformei, ou nem mesmo me resignei. "Give me reason, but don't give choice", como canta James Blunt, meu mais novo "queridinho" (ai ai ai!) ... Mas é importante que eu me engane!!! Depois blogo mais... Beijos a todos.
Escrito por Fê Colares às 23h53 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Tô tão cansada... Pôxa, todo mundo aqui trabalha até as 15 h, e eu simplesmente não consigo!!! Não consigo fazer... Hoje mesmo atendi até às 17 h. As mulheres estão todas "afobadas" e foram todas fazer o preventivo. Tô cansada!!! Tô cansada porque chego em casa e tenho de fazer papéis, mal tenho tempo de estudar. Não tô reclamando, Deus!!! Eu tava doida pra arrumar um emprego, e amo Saúde Pública. Mas o começo é difícil! Hoje, mesmo, é meu aniversário. E o que fiz??? Nada!!! Não saí. Mal tive tempo de almoçar... E os concursos estão aí, e preciso estudar... Pôxa, hoje tô chata!!! Admito a minha chatice existencial...hehehe... Mas admito que, apesar de tudo, esse aniversário é bem melhor do que o passado - quem me conhece há algum tempo sabe bem do que estou falando. Não vou escrever mais... tô só com vontade de chorar... Sem comentários!!!
Escrito por Fê Colares às 18h14 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Amenidades... Faz um bocado de tempo que não blogo. Tô sem tempo, sem inspiração, os dois... sei lá!!! Talvez hoje nem seja o melhor dia de blogar, pois estou realmente na TPM, tô doente, com febre, cansada...aff!!! Mas, vamos lá! Uma coisa maravilhosa que me aconteceu foi que arrumei um emprego. Ainda tô na residência, mas tava precisando de um emprego, e, graças a Deus, aqui estou. Voltei a trabalhar em Surubim. Tô ainda no PSF, mas em outra unidade. Iniciei a semana passada, mas tô meio assustada. A minha área é muito grande! Tenho muitos hipertensos, muitos diabéticos, muitas crianças, vixe!!! E a unidade tá desorganizadíssima...mas tenho fé é em Deus que conseguirei! Tem tanta coisa por fazer que hoje fiquei aqui... e amanhã terei de ir direto para o plantão. Tô andando tanto... tenho ido almoçar no centro da cidade, e é uma boa andada... Mas cansa! Outra notícia boa é que ontem recebi um email do Médicos Sem Fronteiras. Em fevereiro havia mando um email só dizendo que gostaria de fazer parte da organização, mas que ainda não me sentia preparada! Então, ontem me responderam, dizendo que haviam ficado felizes com meu email e que posteriormente eu entrasse em contato com eles, quando quisesse entrar. Aff, fiquei feliz! Bem, é isso... quero escrever mais não! Beijos. Escrito por Fê Colares às 20h44 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Prazeres cotidianos Gente, eu tava dando uma voltinha nos blogs aí, e vi, nesse blog que é muito bom (http://valedasolidao.zip.ne), uma postagem que parecia eu falando. Sendo assim, tomei a liberdade de transcrevêlo, pois esse rapaz falou por mim. "Parei para pensar, hoje, numa forma barata e rápida de não sucumbir à solidão sem usar pessoas ou ainda corpos anônimos, alheios a minha necessidade de ter alguém nem que seja por minutos que resultarão num gozo vil, numa realidade mórbida, num desejo passageiro. Quero o prazer de não sentir prazer com o gosto da boca que me beija no escuro, e se eu o vejo não o enxergo, mascaro a situação, apago as sensações. Parece um ritual para agüentar a vida, sustentar as mentiras que me forço a acreditar... Quão grande é a certeza de que mesmo que a noite resulte num encontro carnal, ao amanhecer estarei ali, sozinho, um barco à deriva, tendo a sorte como um deus maior." Junior Creed É isso aí... é o que eu queria dizer hoje. Escrito por Fê Colares às 18h55 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Teste Teste legal...
Escrito por Fê Colares às 22h33 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Ontem fui a Surubim. Para quem não sabe, Surubim, uma cidade do agreste pernambucano, foi onde trabalhei antes de passar na residência, e é uma cidade que mora no meu coração. Embora eu não goste de cidade pequena, é uma cidade onde tem tudo: bons restaurantes - amo o Capitu, café com chantilly na Cristal, torta na Tia Teca, etc. Mas não estou aqui pra fazer marketing...hehehehe. Eu quero falar sobre as sensações que vivenciei. Surubim foi, durante alguns meses de 2005, a minha segunda casa. Na verdade, era a minha primeira casa, pois eu passava até mais tempo lá que aqui. Lá fiz amizades eternas. Foi lá que me desenrolei como profissional, foi lá que estreitei laços e firmei relações. Eu nunca vou esquecer Meire, Adri, Deise, Chele, Lídia, Fernanda, Gilvanete, e cia (o povo da casa), como também o povo da minha unidade (Lúcia, Rita, Zalda, Dr. Carlos, os ACSs)... e as demais pessoas. Embora seja uma cidade relativamente perto de Recife, relutei muito em retornar, pois saí porque estava muito bem: tinha sonhos, estava animada, minha vida era outra. Com o passar do tempo, não realizei esses sonhos. Minha vida mudou completamente, e eu tinha vergonha de voltar lá. É, vergonha. Vergonha porque, a meu ver, eu sofri uma derrota. E sempre dizia que iria retornar quando estivesse muito bem. Ontem, porém, deixei de besteira e fui lá. Voltei! Voltei porque era o casamento de um amigo, e resolvi ir... Foi tudo tão bom. Em uma tarde e uma noite, eu quis reviver tantas coisas, mesmo sabendo que era impossível ter as mesmas sensações. As meninas, praticamente todas, não estão mais lá. Todo mundo se adentrou no mundo. Mas foi muito bom. O casamento de Hugo foi lindo. A pregação foi perfeita, e muito emocionante. Sempre me emociono em casamentos. E não é de hoje não! Chorei tanto, e lembrei de tantas coisas. A mensagem bíblica foi justamente a mensagem que eu havia escolhido para o meu casamento. E isso foi tão duro escutar. Acho que foi o primeiro casamento que fui, depois que meu noivado terminou, que eu senti saudades do meu, de como tinha imaginado o meu... É muito estranho!!! É muito estranho e meio me deixou mal, não vou mentir... já superei, não se preocupem! Mas, hoje, fiquei meio melancólica (acho que também porque está perto de fazer um ano de rompimento, e também perto do meu aniversário). É que pensei que talvez eu nunca vá ter aquela estória, de vestido de noiva, de música, de família com filho, cachorro, papagaio...hehehe... Mas, está bem... Hoje tô chata... triste, chata... e não vou me estender... Beijos a todos. "Disse, porém, Rute: 'Não me instes para que te deixe e me afaste de ti; porque, aonde quer que tu fores, irei eu, e, onde quer que pousares à noite, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu e ali serei sepultada; me faça assim o SENHOR e outro tanto, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti." Ruth 1, 16-17 "Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só, pois, caindo, não haverá outro que o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só, como se aquentará? E, se alguém prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa." Ec 4, 9-12 Escrito por Fê Colares às 20h31 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] O Outro-eu ou o Eu-outro "(...) as velhas fotografias enganam muito, dão-nos a ilusão de que estamos vivos nelas, e não é certo. A pessoa para quem estamos a olhar já não existe, e ela, se pudesse ver-nos, não se reconheceria em nós." Saramago Se eu soubesse, há dez anos atrás, que a minha vida seria como é, será que não teria pulado do décimo andar (hehehehe)? Ou será que estaria atenta ao tempo, numa tentativa narcisistica de apressar os acontecimentos? < Só sei que o tempo nos faz olhar para nós mesmos com aquela mansa indiferença de quem é outro... O outro nunca é nós, por mais altruísta que sejamos. Assim, o "outro-eu" de anos atrás... eu lembro como um sonho... que nem sei se sonhei ou se me contaram. O "eu-outro" me libera de muitas coisas! Escrito por Fê Colares às 22h30 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] "Há coisas que devem ser feitas pessoalmente" Ontem vi um filme já de alguns anos, bastante aclamado pela crítica, mas que eu ainda não tinha visto. O nome é "Dogville", e o diretor é Lars Von Trier. Bem, é um filme bem interessante, apesar de longo, porque nos faz pensar... Entre várias temáticas abordadas, retrata um pouco aquela temática que tanto agrada aos petistas ("o homem é produto do meio"), se bem que agora eles nem mais podem culpar a pobreza como causadora da criminalidade, porque se têm uma coisa que não são é pobres...hehehehe. Bem, mas voltando ao filme, ele tem um final com bom-senso, embora eu não concorde integralmente com o rumo dos acontecimentos. Sim, mas em um dado momento, um dos personagens exclama essa frase-título, e eu fiquei pensando... Há muito tempo penso assim, dessa forma. Realmente, algumas coisas não devem ter intermediadores. Não dá pra imaginar um "eu te amo" de primeira, por email, né? Nem mesmo dizer umas verdades àquela pessoa que tá precisando ouvir via msn... Imagina acabar um namoro por telefone? E um noivado por post-it (se bem que isso ocorre na vida real, baby!!!)? Ou quem tem instinto assassino, por que "mandar matar"? Ora, se eu sou culpada, se eu vou pro inferno do mesmo jeito, que diferença faz se o dedo que aperta o gatilho é o meu ou não? Pôxa, e vou me privar da catarse que deve ser expulsar toda raiva na hora da adrenalina??? Bem, mas tem coisas que eu posso delegar, com cer-te-za: a faxina da casa, o preparo da comida... imagina eu, que não sei cozinhar NADA tendo de comer o que faço? Jamais!!! Falando nisso, lembrei do que tava falando hoje com Domany, minha amiga casada há alguns meses e quase mamãe (Gabriel tá quase nascendo). Estavámos falando de casa, móveis, essas coisas, e eu que agora tô na fase de namorar a porcelana, as panelas, as toalhas, os móveis... é que embora ainda está relativamente longe o dia de morar só, mas estou vendo essas coisas para me objetivar. Bem, mas estávamos falando nisso, e eu lembrei que na minha fase "quase casada", eu estava, alguns dias, me esforçando tanto nos afazeres domésticos, meu ex nem queria que eu encarnasse a doméstica, mas eu queria testar, provar a mim mesma... de repente, uma tarde, ele chega do trabalho e tenho um acesso de choro. Gente, eu havia percebido, naquele momento, que jamais faria o gênero "mulherzinhaesperandomarido"... me achei a última das mulheres... acreditam? Achei que jamais seria uma boa dona-de-casa, e ele é quem me consolava... Daí, fico pensando: que lobotomia é essa que fazem em nós mulheres? Em que momento da vida somos cirurgiadas? É ainda na infância, com os brinquedos de casinha, de bebês, ou é já na vida adulta com as cobranças sociais? Eu, meu povo, eu, alguém que nem tem jeito com essas coisas, alguém extremamente independente, que abomina esses conceitos sociais, surtei um dia. Tá certo que o surto foi passageiro, mas é incrível como nos cobramos, em algum momento da vida, em relação a isto. Entretanto, hoje sei que serei uma dona-de-casa excelente...sozinha!!! Que venha logo o meu pequeno studio... e bagunça? A bagunça eu faço e peço pra alguém desfazer... Beijos... Escrito por Fê Colares às 19h11 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Mais um mês se vai... Fim de fevereiro. Graças a Deus, mais um mês!!! Ufa, tô louca pra que os dias passem, pra pagar logo essa carga horária e terminar logo essa residência. Embora eu já devesse estar no hospital, e estou aqui, escrevendo, mas devo seguir adiante. Falta pouco! Engraçado é que, graças a Deus, não tô cansada. Essa minha pressa não é cansaço físico, é cansaço de ser apenas "mais uma". Muitas vezes somos vistas, na residência, como mão-de-obra barata. Essa semana me abusei porque tínhamos uma reunião sobre as atividades teóricas e saímos todas. Quando retornamos, nosso "staff" (por favor! tem cada staff que só a graça mesmo...) reclamou. Meninos, vocês não têm noção! Fiz força, muita força, pra ficar calada, porque se eu falasse, podem ter certeza de que iria falar com força, com raiva, pois nós estamos ali para aprender. O serviço tem de funcionar sem o residente. E sabem, no mesmo dia, quando tava falando com um paciente, ele pensava que eu era residente porque morava no hospital. Aff! Minha paciência tá curta, muito curta. Não tenho paciência com a ignorância! No fim das contas, fomos, mais uma vez, as "tapa-buraco", pois faltou um bocado de gente e fizemos serviços que nem era pra fazermos. Mas, a minha chefe, acha que não... Please! Só que como eu não preciso fazer média com ninguém pra arrumar emprego, falei mesmo ontem a verdade... Dá não, queridos, pra baixar a cabeça e aceitar, até porque ninguém vai querer descontar da minha carga horária as horas a mais que fico lá não... Se eu fizer as contas, já dialisei mais de 48 horas de graça... e minha chefe não me abonou não... Assim, deu minha hora, saio! Pode explodir o setor! Foi mal o desabafo... Mas tô sem tempo até de blogar, e depois ainda sou injustiçada??? Por favor!!!! É melhor que o "staff" vá aprender a falar português do que ficar se preocupando se vamos ou não fazer o serviço dele. Eu quero ver se a residência acabar... o que vão fazer???? I have to go! Beijos... Escrito por Fê Colares às 12h46 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] A vida é mesmo complicada ou somos nós quem a complicamos? A vida deveria ser uma equação matemática: afinidade + afinidade = relação feliz! Infelizmente, não é isso que ocorre. Contrariando o bom-senso, muitas vezes relações que tinham tudo pra dar certo, simplesmente não dão. E aí, se questiona o porquê. O pior é que nem sempre sabemos. Não basta conjecturar, não basta. Podemos conjecturar uma vida inteira e simplesmente não saber mesmo. Daí, quando não entendemos as coisas, vem a velha frase:" Mas tudo tem um porquê, mesmo que não saibamos qual é... lá na frente, você vai entender!". Tá, por favor! Não vamos entender sempre não! Como diria Carrie:" ...geralmente, quem diz isso são mulheres recuperando-se de uma separação [...] as mulheres têm que [...] aprender uma lição. Por que temos tanta pressa de passar da confusão para Confúcio?". Acho que problematizamos a vida. Entretanto, eu, particularmente, não sei fazer diferente. Porque penso, e como, graças a Deus, faço muito isso, não aceito as coisas assim, como são, simplesmente porque são. Têm de ter um porquê. Têm de fazer sentido. Embora, estou aprendendo, nesse amadurecer (?) que nem sempre a vida faz sentido. Nem sempre aquela pessoa que não tem a mínima afinidade com você não pode ser sua amiga. Ela pode gostar de pagode, mas pode ter um coração grande. Da mesma forma, aquele rapaz que gosta de tudo que você gosta, é a sua imagem no espelho, nem sempre é a pessoa certa pra estar com você. E, aquele lá, que nem sabe do que você está falando, que pensa que Confúcio é uma variante pra confuso... de repente, esse é o cara! Aquele que te dá segurança, e que te faz ver que não é preciso complicar...basta se livrar das amarras! Beijos a todos. P.S.: Tá chovendo... fazia tempo que não chovia. Fazia tempo que eu não prestava atenção ao barulho da chuva. A chuva me dá saudade. Saudade de tanta coisa. Saudade da infância na casa de Mamanguape, coisa que há anos-luz não sinto (ao contrário, sempre faço questão de esquecer, depois dos acontecimentos do último ano). Saudade do tempo em Verona, embora não lembre claramente se choveu quando eu estava lá... Saudade do que fui nessas ocasiões. Saudade de mim.
Escrito por Fê Colares às 21h43 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Sobre boca, beijos e afins "Boca: nunca te beijarei. Drummond de Andrade Tô querendo me distrair com algo diferente esse fim-de-semana. Depois de trabalhar 24 horas (tô de plantão sexta noite e sábado dia), eu bem que mereceria uma balada, né? Mas acho que vou estar tão morta que não teria pique pra dançar. Bem, mas uma forma de desestressar seria... beijo na boca! Eu quero, pra celebrar e reafirmar as mudanças, um beijo na boca. O problema é que não quero um beijo na boca de ninguém específico, não há um sujeito na qualidade de "objeto de desejo"... Entretanto, também não pode ser qualquer um, assim, que se ache na beira do caminho... é tão sem-graça! Eu quero um beijo na boca com gosto de "batida de carambola". De repente, eu, que não bebo, lembro um gosto que senti há tanto tempo, quando bebia. Mas eu não me interesso só pela boca; a boca tem um dono. Onde vou achar um dono com boca de fruta (e não é qualquer fruta, hem? Tem de ser carambola! hehehehehe), com uma conversa aprumada, em um sábado à noite, depois de um plantão básico? Mas não precisa passar pelo "teste do Inmetro" não... não procuro um marido. Procuro uma boa companhia que eu possa beijar (minhas amigas são companhias maravilhosas! Mas, queridos, graças a Deus, não temos um ritual safista...hehehe). Assim, a coisa ainda complica mais. Tinha de ser eu e minhas invenções, né? Como isso é impossível de ocorrer, e como, na realidade, eu estaria correndo o risco de seguir a moda e banalizar as coisas, está decretado que não terei o beijo! Não assim. Não agora. Mas, ao menos, já tenho o que dizer quando quiser beijar alguém. Recitarei Drummond. Bem, das duas, uma: ou ganho um beijo impregnado de emoção, daqueles de filmes dos anos 40, que faz até a curvinha do quadril, ou o menino "fecha o diagnóstico" de "distúrbio de personalidade", e sai correndo... é um risco! Beijos a todos com gosto de manga, ou da fruta que quiserem (menos carambola! essa aí eu vou achar um dia, e, assim, será a confirmação... é a boca que eu esperava! hehehehehe).
Escrito por Fê Colares às 23h01 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Sobre revoluções
"Fazer revolução hoje em dia é difícil. Antes, bastavam drogas e cabelos compridos, e, automaticamente, éramos contra o sistema. O que antes era subversivo, hoje se compra em lojas. Camisetas do Che Guevara, adesivos anarquistas... ... de todas as revoluções que ocorreram, ficou claro que apesar de algumas fracassarem, as melhores idéias sobreviveram. O mesmo se passa com as revoluções pessoais. O que dá certo, o que sobrevive em nós, nos torna mais fortes." Edukators Vivemos em um mundo repleto de crenças. Você pode crer em tudo: em Deus, em deuses, em você, na humanidade, na natureza, na força do dinheiro, em fadas, em espíritos, em ideologia política, em gnomos, em santos, nos animais... As crenças são múltiplas, e tantas que nem mesmo conheço um décimo da parte. Há a pluralidade e a miscigenação de crenças. Talvez, agora, pela globalização, isso seja mais evidente: posso estar aqui e entrar em contato com a filosofia budista, originária lá do outro lado do mundo. Mas isso não é um fenômeno recente. Já na Antigüidade, bem antes de Cristo, já ouvia-se falar nisto. A idolatria sempre existiu. Mas, apesar disto, por que ainda nos perguntamos tanto no quê crer? Por que ainda somos tão perdidos? Sou cristã, ou, pelo menos, era. Tive experiências fortíssimas com Deus. Maravilhosas. Mas já há muito tempo não me venho identificando com igreja nenhuma. Nada. Não concordo com sincretismo (essa é a minha visão), mas também não concordo com idéias radicais em relação a outras religiões. E, olha, quem está falando aqui é considerada uma pessoa radical. Mas, ao menos em religião, sou ecumênica. Por exemplo, em relação aos cristãos, acho que eles (nós?) deveriam perceber as afinidades e trabalharem juntos, em vez de estarem brigando entre si. Mas, na realidade, não é bem isso que ocorre. E não é só entre os cristãos não. O que dizer dos mulçumanos? Agora mesmo estou lendo o livro de Ali Kamel, "Sobre o Islã", e tenho me inteirado um pouco das diferenças entre xiitas e sunitas, por exemplo. E não tô falando dos totalitários, mas dos mulçumanos normais... O que dizer também das ideologias políticas? O que falar de pessoas que acreditam piamente em idéias, a pontos de fazer revoluções? A História está aí, pra contar... atualmente, as revoluções não têm mais força. Seria isso por conta dessa idéia que ser revolucionário é "cult"? Como a frase que transcrevi do filme, hoje em dia é bonitinho falar em Che Guevara, sem nem mesmo saber quem mesmo foi ele. Não, eu também não sei tanto... mas, ao menos, não faço pinta de "culta", "engajada", "petista", "de esquerda"...hehehe... Não faço tipo! Odeio quem faz tipo! Mas uma coisa é certa: precisamos acreditar. Eu preciso acreditar! Eu acredito em Deus. Tenho absoluta certeza da Sua existência. Podem me chamar do que quiserem, mas eu tenho certeza disto. Isso talvez, me faça sentir pior. Eu acredito. Tive provas. Mas acabou. Cessou. Hoje, não vejo o cuidado de Deus na minha vida. É engraçado, porque eu sei que Ele existe, sei que é Onipotente, Onisciente e Onipresente, e não consigo visualizá-Lo concretamente mais, na minha vida. Ele desistiu de mim. Normal. Às vezes desistimos mesmo. Escrito por Fê Colares às 22h49 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Tem muito "Joselito" no mundo! Gente, nesse sábado tenho algo trágico-cômico pra contar: Hoje fui à casa de praia de minha amiga Elaine, pra aqueles "programas-família", embora eu não seja parente; entretanto, como conheço a família há muitos anos, convivo muito, tenho uma relação agradabilíssima com todos. Era o aniversário do pai dela e a festa também porque o irmão dela, que mora fora do país, está de férias aqui. Então, justamente relacionado a esse irmão sucedeu uma "joselitice" de uma tia, uma "anciã metida a jovenzinha" que tive o desprazer de conhecer hoje. Acontece que, como já comentado, tenho muita intimidade com todos da casa, e a mãe da minha amiga, em tom de brincadeira, me pergunta o que achei do filho dela, o tal que mora fora. Embevida no mesmo clima, respondo que não darei a minha opinião porque a esposa do rapaz pode ter ciúme. Todo mundo ri, e o assunto seria esquecido, se não fosse a digníssima senhora, a tia desocupada, que por não ter filhos, marido, vida social, quer mesmo é ver uma cena de novela mexicana, principalmente se houver um "babado". Pois bem, essa tia, ficou dizendo gracinhas, que ia comentar o meu comentário com a esposa do menino - nada a ver!!! No fim, cochicha com o sobrinho, olha pra mim, ri, faz "caras e bocas". Aí, então, fiquei "emputecida". O sobrinho, depois, vem conversar comigo, envaidecido, e eu ainda fico mais enraivada. Chamei minha amiga, contei tudo, me despedi, e pronto! Imagina... a coitada da família tem culpa não... Quem tem culpa de ter um Joselito, um Sem-noção? Minha amiga me pediu mil perdões, tá morta...e disse que vai conversar, junto com a mãe, com todas as partes envolvidas... Ah, mas se eu pego aquela véia... Então, colegas, vamos pensar um pouco nos "joselitos"... O que ocorre com eles? É algum distúrbio mental? É safadeza? É uma doença genética? É um vírus que passa pela água? Vai entender! E o pior, é que a praga é mundial. Já que estou ainda irritada, e falando de "joselitices", vou contar outra que ocorreu comigo: Estou eu, em um natal há alguns anos atrás, em Napoli, pra conhecer a família do meu digníssimo noivo. A família, leia-se a avó e tia materna, e tias-avós, primos, etc... Bem, ficamos na casa da nonna, uma pessoa maravilhosa, mas a tia do meu digníssimo (de novo a "tia" - será que é um novo tipo de praga remanescente do Êxodo: "Haverá tias que se transformarão em rãs, com suas línguas a passar em tudo e em todos"? hehehehe)... a tia do meu digníssimo surtava, à noite, e a partir de determinado horário não deixava mais ninguém, ninguém mesmo, entrar em qualquer um dos dois banheiros da casa, pois, como ela ligava o aquecedor, se abríssemos a porta "iria entrar ar frio e o haveria uma mudança de temperatura no banheiro" (sic). Me digam: é ou não é louca? Essa sim é caso de CID na Psiquiatria. Tenho certeza que aquela mulher é, no mínimo, esquizofrênica! O dois banheiros... Imagina que o meu digníssimo me diz isso já no elevador, quando estou chegando "apertadíssima" de um evento social, e quando digo isso, os dois (meu ex-noivo e meu ex-cunhado) se entreolham, como se eu estivesse dizendo: "Amor, entrei em trabalho de parto"... Pois bem, eles me relatam a "joselitice" da tia, e eu fui quem surtei... Minha gente, eu ENLOUQUEÇO com vontade de fazer xixi... É verdade! Minhas amigas já sabem, meu ex também sabia - se tenho vontade de fazer xixi, ou faço ou não raciocino! Pois bem, meu ex, compadecido, dizia: "Vá, pode ir...". Mas eu não queria provocar um "causo" na família, e fiquei a noite inteira com a bexiga cheia - imagina o mico se eu fizesse xixi na cama? Aff... Mas, não, caros colegas, graças a Deus "fui uma mocinha"...hehehe... e no outro dia, acordo cedo, vou ao banheiro, me arrumo e chamo logo meu ex pra ir embora. Parece "pastelão americano", mas é a mais pura verdade... Pois bem, meu povo. A gente está sujeito a todo tipo de gente no mundo. Todo tipo. O discurso politicamente correto, o discurso cristão e vários outros discursos nos dizem para sermos "tolerantes, harmoniosos", mas eu tenho o meu discurso. Ao menos na minha vida eu o aplico. De acordo com a minha experiência e a minha (im)paciência, não sou obrigada a conviver com gente assim. Se for em um ambiente de trabalho, vá lá! - afinal de contas, eles empestearam tudo -, mas se é na minha vida pessoal, corto relações! A vida é curta, estressante, e devemos procurar meios para uma melhor qualidade de vida. Beijos a todos... Escrito por Fê Colares às 00h45 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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