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Feliz Dia dos Namorados para mim!!!

Há alguns dias atrás eu até tava lembrando do "dia dos namorados". Mas, acredita que hoje eu esqueci??? Vai ver é um recalque. Mas, a verdade é que esqueci mesmo, até abrir agora o google e ver a imagem de um casal de velhinhos... que lindo!!!
Daí, me dei conta de que preciso comemorar! Sério! Pode parecer loucura, pois não estou namorando. Mas...êpa! Quem disse que eu não estou namorando? Bem, se não é mesmo um namoro, é, ao menos, uma relação incestuosa (kkkk!!). Eu estou me namorando! Pasmem! Mas há alguns meses eu tenho tido uma relação amorosa e, muitas vezes, violenta comigo mesma. Após um loooooongo período de prostração psicológica (hehehe), tenho me percebido mais: o que quero, o que gosto, o que abomino... Nem sempre, como eu disse, é uma relação harmoniosa, pois várias vezes tenho ímpetos de fúria com meu modo de agir, com os sentimentos que vejo aflorar. Outras vezes, é como se eu estivesse em uma contemplação narcisística. Nesse dias, ninguém segura meu ego (kkkkkk!)! Assim, vou nesse bumerangue, dias e dias, e não sei bem onde vai dar.
Além desta declaração que faço a mim (Calma, não me matem! Não sou a primeira a ter estas idéias - talvez uma das poucas a admitir em público...kkkk). Bem, mas além de dizer que me amo muito, e que, embora alguns dias as minhas atitudes deixem em dúvida a veracidade desse amor, eu quero me deixar um poema em forma de canção, do bom e saudoso Gonzaguinha:

"Eu apenas queria que você soubesse
Que aquela alegria ainda está comigo
E que a minha ternura não ficou na estrada
Não ficou no tempo, presa na poeira

Eu apenas queria que você soubesse
Que esta menina hoje é uma mulher
E que esta mulher é uma menina
Que colheu seu fruto, flor do seu carinho

Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta
Que hoje eu me gosto muito mais
Porque me entendo muito mais também

E que a atitude de recomeçar é todo dia, toda hora
É se respeitar na sua força e fé
E se olhar bem fundo até o dedão do pé

Eu apenas queira que você soubesse
Que essa criança brinca nesta roda
E não teme o corte de novas feridas
Pois tem a saúde que aprendeu com a vida..."

Bom dia dos namorados a todos.
Beijos românticos...

Escrito por Fê Colares às 21h09
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Sex and the city

Juro que esta é a última blogagem do dia...hehehe. Passo dias sem escrever e, de repente, escrevo três vezes em um dia só. Dá pra entender?
Acabo de chegar do cinema. Fui ver "as meninas". Gente, não pude deixar de rir muito, mas também de me emocionar, no filme. Algumas vezes, não vou mentir, tive vontade de chorar, principalmente em algumas partes de Carrie, onde parecia as coisas que eu vivi ou tô vivendo. Eu amo a série. Sou tão todas...hehehe...umas mais do que as outras, claro!
Bem, aqui não vou contar o filme, coisa e tal... mas queria deixar documentado isto. Só isto. Que amo. E que o filme me fez ter um ótimo fim-de-tarde. Até porque fiz um programa que amo, em uma companhia agradabilíssima: a minha. Amo ir só ao cinema. Eu sei, parece loucura! Mas amo mesmo...
Beijos.

Escrito por Fê Colares às 22h44
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"... Olhos fechados..."

Disseram-me ontem que tenho "olhos sinceros". Como já escreveu alguém, "olhos sinceros de quem está sozinha no mundo"(hehehe). Outro dia, eram "olhos doces". Não entendo essa predileção pelos meus olhos - definitivamente eles estão fora dos padrões mais altos de beleza a que recorremos freqüentemente, embora me agradem. Talvez isto se deva ao fato de que as pessoas não dirão: "Que linda essa tua gordura...essa, bem aqui no abdome"...kkkk... Então, os olhos seriam um subterfúgio...
Bem, mas isto não é motivo para preocupação. Os olhos são sempre alardeados como tarnsmissores do que se passa no interior de uma pessoa. Mas será mesmo?
Eu não me acho doce. Meiga. Sinceramente, nenhum desses adjetivos eu vejo como meus. Assim, essa estória de "olhos doces"... estaria invalidando a teoria dos poetas aí.
Mas gosto muito de um poema de Vinícius de Morais, o "Poema dos olhos da amada":

"Oh, minha amada
Que os olhos teus

São cais noturnos
Cheios de adeus
São docas mansas
Trilhando luzes
Que brilham longe
Longe nos breus

Oh, minha amada
Que olhos os teus

Quanto mistério
Nos olhos teus
Quantos saveiros
Quantos navios
Quantos naufrágios
Nos olhos teus

Oh, minha amada
Que olhos os teus

Se Deus houvera
Fizera-os Deus
Pois não os fizera
Quem não soubera
Que há muitas eras
Nos olhos teus

Ah, minha amada
De olhos ateus

Cria a esperança
Nos olhos meus
De verem um dia
O olhar mendigo
Da poesia
Nos olhos teus"

Ou, como escreveu uma amiga minha, nos idos tempos de colégio, quando ela escrevia poesias e, não sei a razão, há um tempo não o faz mais, com a desculpa de que não é poesia (por que é que os poetas sempre acham que não escrevem poesias?). Ah, mas, segundo ela, existem os "olhos oníricos", os "olhos alcoólicos". Para ser mais precisa, "sorver teus olhos é estar perenemente entorpecida...".
Mas talvez eles todos tenham razão. Eu mesmo já vi alguns "olhos de pupilas líquidas". Mas há tanto tempo. Não sei bem onde. Não sei se foram de verdade ou foi sonho. Os sonhos transpassados nos olhos.

Escrito por Fê Colares às 10h39
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Encontro com os meninos

Acabo de chegar. Fomos a um bar na Galeria Joana D'Arc (quem é de Recife sabe a fama - embora definitivamente não "fazemos jus"...hehehe). Bem, lá tinha um povo tocando blues e jazz. Gente, que música boa! Estávamos eu, Poli, o noivo, Fabiana e Holanda... O engraçado foi "o rumo da prosa". Meninos, eu ri de me contorcer, lembrando as coisas toscas da época da adolescência...
Poli lembrou de nossas idéias platônicas com uns pirralhos do cursinho. O engraçado é que nem sabíamos o nome dos meninos, e aí, inventávamos! Era um tal de "Olho de boneca" pra cá, "Au au" pra acolá, "Miau"... Vixe! O mais divertido era a "originalidade" dos nomes...kkkk. Podre!
Mas, aí, cada um contava uma estória mais divertida que a outra. E surgiram estórias várias, que animaram a noite inteira.
Pra completar, um carinha chegou perto de mim. Pasmem! Eu, em um reduto com histórico homo, conversando, rindo, tomando chá de camomila, e um carinha vem devagar... Fiquei meio "destreinada", juro! Primeiro, porque não esperava. Segundo, o cara é "metido a artista" (aff, que língua! - não, ele toca bem, tô sendo chata!). Terceiro, tô "fechada pra balanço". Quarto, não faz meu estilo essas coisas superficiais; assim, sem conhecer... Enfim, conversei um pouco, aos olhos curiosos dos meus amigos, e depois... vim pra casa. Mas, valeu pela boa música e pela conversa com os meninos.
Agora, tô cansada, mas alegre. São os teus amigos, os teus verdadeiros amigos, que te espelham como és. Por exemplo, os meninos me mostraram alguns aspectos meus, em brincadeira, que reafirmaram como me vejo. Até Pércia foi citada... Ela sempre dizia: "Fernanda é tão intensa, né?" E as meninas: "Intensa como?". Ela, então, respondia:" Exagerada, Fabiana, exagerada!" kkkkkkkkkk... It's me!
Vou dormir. Mais tarde, s etenho novidades, ou mesmo vontade, escrevo mais.
Abraços.

Escrito por Fê Colares às 02h09
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